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COACHING

Por: Paulo André Charchut Leszczynski

Ao vermos temas relacionados ao desenvolvimento de pessoas atualmente, o coaching atrai olhares e a atenção, não só como ferramenta, mas como possibilidade de carreira para muitos interessados.

Não vou me ater aqui no resgate histórico do termo, mas sim ao seu propósito, o desenvolvimento humano. O objetivo é muito interessante e, quando bem utilizado, de grande e verdadeira valia.

O profissional condutor do processo é chamado de coach e o contratante o coache e sobre o primeiro é que gostaria de discorrer um pouco em nosso encontro de hoje. O coach é o profissional especializado no desenvolvimento de competências profissionais ou de vida de seus orientandos.

Mas, vejo coisas que me deixam muito intrigado quando observo algumas práticas, por exemplo, a formação em coaching, esta não exige nenhum embasamento teórico prévio, as premissas para admissão nos diferentes cursos, são a inscrição, o pagamento dos valores e a participação no curso que tem em média de 50 horas, nos diferentes módulos. Alguns oferecem cursos mais aprofundados, mas o requisito básico é a participação no módulo anterior. Ao concluir sua formação o coach está “habilitado” para atuar.

Não consigo entender como alguém que nunca tenha vivido o mundo organizacional em alguma instância relevante, ou tenha sido supervisionado por um profissional relevante e experiente, poderá direcionar carreira ou liderança de alguém. Fico muito intrigado com isto.

Sei claramente que o coaching não tem o propósito de substituição de processo terapêutico, mas entre vontade e prática existe um abismo gigantesco, principalmente quando se propõe a direcionar vida fora ou dentro das organizações.

Os profissionais que entendam o comportamento humano em suas graduações, psicologia por exemplo, tem uma extensa carga de conteúdos que abordam as diferentes nuances deste, mesmo assim, quando da prática profissional falta-lhes vivencia para atuar e demandam, inicialmente, de supervisão.

Um apanhado de técnicas não habilita ninguém nesta condução, somente municia com recursos que podem ou não ser bem utilizados, dependerá e muito da habilidade, inteligência, ética e vivencia do coach.

Diferentes profissionais das mais variadas e estranhas formações se intitulam “life ou executive coach” nos dias de hoje, consequentemente as mais pitorescas situações são vistas. Muito boa vontade em querer fazer, mas muita inconsequência nos resultados.

Existem excelentes profissionais atuando com o coaching, outros nem tanto…

Fundamental conseguir separar o joio do trigo e também não se deixar levar pelo canto da sereia.

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